Posso ser útil?
Talvez sim, depende do que você precisa. Inútil de todo acho que não sou.
(Em construção…até que a morte os separe [?])
Mídias Sociais
No momento ando mexendo bastante com mídias sociais, sem aquele interesse fofoqueiro, simplesmente percebi (como tantos outros) que esse meio (o internáutico) tem sido um dos mais eficientes para a promoção de muitas coisas, entre elas as manifestações culturais/artísticas, seja música, teatro, coletivos, movimentos socias, ou outras tantas possibilidades.
Como Produtor Executivo do A Corda em Si, o que no fim me caracterizou um pouco também como assessor de imprensa, fui descobrindo ferramentas, e me especializando nelas, sem ter tido pra isso nada muito além de pesquisas curiosas na internet e uma ou outra orientação de amigos. Um certo interesse (amador com fortes tentações a profissional) nas áreas de design e fotografia me deixou mais esperto para certas condições desse tipo de trabalho. Se falar muito não ajuda, basta ver o Blog no WordPress e o Myspace do Grupo Musical A Corda em Si. Dediquei bastante tempo a entender como funciona a linguagem html, muito útil para a diagramação do Myspace atualmente, e quanto ao WordPress, estou bastante feliz de conseguir fazer tanta coisa sem precisar pagar nada pra isso, o que só vai mudar quando eu quiser comprar os domínios.
Ah, você queria ler ainda as palavrinhas mágicas: Facebook, Twitter, Orkut? Tudo bem, eu também mexo com isso sim. Já aprendi a colocar músicas no Facebook, na página oficial do A Corda em Si, já fiz o maldito Twitter, mas ainda não vejo como o grande “ó” que todos dizem, mexo desde há muito tempo no Orkut (que já quase abandonei), e sei que nisso tudo não tem muito segredo. Talvez o mais interessante atualmente seja a possibilidade de integrar as coisas (Ilike por exemplo), fazendo com que na verdade apenas algumas ferramentas dessas (incluindo aí o Myspace, WordPress e Youtube) sejam as mais utilizadas, e o resto apenas respingos do que foi atualizado.
Pandeiro/percussão
Quando me perguntam que instrumento eu toco, hesito um pouco em falar percussão, já que na verdade o meu instrumento mais desenvolvido é o pandeiro, que não deixa de ser percussão, mas isso não me permite dizer que sou percussionista como se costuma entender, aquele cara que tem um naipe grande de instrumentos que vão desde triângulo a cajon peruano. Tenho sim uma certa facilidade com instrumentos desse tipo, mas me dediquei mesmo ao pandeiro, tendo já feito duas oficinas com Celsinho Silva, um brilhante pandeirista e muito bom professor, o que me deixou apto a dar aulas particulares ou em grupo desse instumento. Posso me abster da falsa modéstia e dizer que minhas aulas são bem produtivas, já que contam com um professor muito dedicado e paciente. Ainda como pandeirista me sinto capaz de tocar em diversos estilos, tendo tido uma boa experiência com o Pente de Macaco no aprofundamento do Samba, Choro e Partido-Alto, entre tantas outras canjas e grupos (A Corda em Si, Casa Forte, Cana Brasil, Titrio, etc).
Me flagrei bastante tempo também dedicado ao que já se denomina por aí percussão corporal. Estou em processo com isso, e tive um bom impulso logo no começo desse ano durante a 29ª Oficina de Música de Curitiba, ao participar da Oficina chamada “Barbatuques”, ministrada por dois integrantes desse grupo, o próprio Barba e o Maurício (veja mais no site deles). O Maurício ainda teve a audácia de me dizer que eu sou “do mundo deles”, pela facilidade que demonstrei durante a oficina, bem como pela cuíca vocal que eu faço. Me senti lisonjeado.
Meu grande desafio, enquanto estudante de teatro e ao mesmo tempo músico, é justamente conseguir unir as duas coisas tanto em espetáculos quanto em processo de grupo, criação de personagem, trilha sonora, etc. Uma ferramenta por demais interessante foi apresentada durante a oficina dos Barbatuques, com exercícios que já se assemelham ao que eu aos poucos construi quando participava do Tal Grupo, de Florianópolis.
Produção Executiva
Não vou me enrolar muito aqui, mas apenas indicar o texto que está na outra página deste Blog, de nome Produção Cultural onde está descrito com mais detalhes a minha relação com a cadeia produtiva da cultura, através da produção executiva do Grupo Musical A Corda em Si.
Massagem na unha
Tá, eu não faço isso, na verdade até fui pesquisar no google para ver se existia (a idéia surgiu do nada na minha cabeça), e é claro que existe. Usam hidratante e coisa e tal com massagens para fortificar a unha… Mas o pior foi que eu acabei entrando em um blog de uma menina de 15 anos, muuuuito magra, cujo título é “a favor da anorexia”. Acabei desvendando uma rede de blogues, todos de adolescentes, trocando figurinhas de como ficar mais magra, dando motivação para manter o regime, mostrando fotos de acompanhamento do processo, pedindo opinião das amigas… Só que quase todas eram meninas de fato anoréxicas, cujo objetivo de vida é ter os ossos aparecendo de forma bizarra sob a pele… Medo! Desculpem a mudança brusca de foco, mas eu fiquei impressionado e tive que desabafar…

